viagens&gastronomia

Cinco coisas que não pode deixar de fazer em Londres

A capital inglesa é uma das cidades mais vibrantes do mundo. Para além de todos os seus museus e atracções sobejamente conhecidas, Londres é também uma dessas cidades para ser vivida e sentida. E há alguns rituais que são praticamente obrigatórios na cidade do Big Ben. Aqui ficam alguns deles. Cinco coisas que não pode deixar de fazer em Londres.

Ir a um bom bar ou pub

É um ritual obrigatório em terras de sua majestade: entrar num bar e pedir uma “pint” (ou várias, depende de cada um). Ao final da tarde ou à hora de almoço – se optar por este horário pode aproveitar para degustar o famoso prato de “fish and chips” – procure refúgio num bar ou pub de Londres.

Estão em cada canto e esquina, bastando-lhe a si escolher. Mas não estranhe se ao final da tarde de sexta-feira alguns deles estiverem demasiado lotados – os ingleses gostam de encerrar a semana de trabalho com um brinde.

Se estiver à procura de um local que junte a todos estes ingredientes a música ao vivo, então não pode deixar de visitar os bares do Wilton’s Music Hall, o music hall mais antigo do mundo (1850). Situado na zona leste da cidade, perto da Torre de Londres, aposta numa programação musical e cultural variada, inclusive nos seus três bares: Mahogany Bar, Cocktail Bar e John Wilton Room.

 

pub, bar
Wilton’s Music Hall

 

Tomar chá num dos salões ou cafés da cidade

Os ingleses levam esta coisa do chá muito a sério e quando temos a oportunidade de degustar um “afternoon tea” num espaço londrino de referência percebemos que o ritual merece a fama que lhe é atribuída. E por várias razões: pela formalidade que o ritual envolve, pelo charme que a grande maioria das casas de chá evidenciam e pela variedade e qualidade de produtos que são colocados na mesa dos clientes – o chá é apenas um de muitos.

Um pouco por toda a cidade encontrará cafés que dispõem de serviço de chá, sendo certo o ritual também é cumprido à risca na grande maioria dos hotéis, em especial nos mais luxuosos. É o caso do The Ritz London, que serve o seu “afternoon tea” numa sala lindíssima, decorada com inúmeras plantas e flores. À espera dos clientes estão 18 tipos de chás, sanduíches, scones acabados de fazer, geleias, macarons, tortas de frutas e bolo de chocolate (preços a partir de 57 libras por pessoa).

 

Hotel Ritz de Londres

 

Correr ou caminhar no Hyde Park

Londres conta com um total de oito parques reais (Royal Parks of London) sendo o Hyde Park um dos maiores e mais frequentado. Seja para caminhar, correr, ou simplesmente para aproveitar os (poucos) raios de sol que vão iluminando a capital inglesa, não há quem fique indiferente a esta grande mancha verde de Londres.

Calce as sapatilhas e corra (ou caminhe), apreciando a paisagem envolvente, tanto no Hyde Park como nos Kensington Gardens – estão colados e até já foram um só. Passeie ao longo do lago Serpentine, passando junto à Serpentine Gallery (galeria de arte) e à Diana Memorial Fountain (fonte que evoca a falecida princesa Diana). Se estiver muito cansado, pode sempre aproveitar um dos bares ou cafetarias do parque para recuperar o fôlego.

 

Hyde Park

 

Petiscar num mercado de rua da cidade

Se há coisa curiosa nos ingleses é a preferência que eles parecem ter pelo espaço ao ar livre não obstante estarem sujeitos a um clima que deixa muito a desejar (o céu encoberto é por ali uma constante). E até mesmo para comer e petiscar eles gostam de aproveitar o exterior, como comprovam os mercados de rua que vão animando vários cantos e bairros da cidade, em especial ao fim-de-semana.

É o caso Duke of York Square Market, que decorre a cada sábado, no sofisticado bairro de Chelsea. Semanalmente, apresenta propostas de petiscos para todos os gostos, inclusive para os adeptos de comida mais refinada – das ostras ao sushi, passando pela comida libanesa ou pela doçaria francesa, ali há muito por onde escolher. E com essa garantia adicional: a cada sábado, há um músico ou uma banda a tocar ao vivo.

 

    Duke of York Square Marke

 

Degustar um brunch em boa companhia

Foram os ingleses que o inventaram, portanto, a sugestão torna-se quase que obrigatória. Ao fim-de-semana, não deixe de reservar mesa para fazer refeição que junta breakfast(pequeno-almoço) com lunch(almoço).

Fica a sugestão, caso o orçamento o permita: experimentar o brunch do Chiltern Firehouse, restaurante de luxo, situado num hotel de cinco estrelas com o mesmo nome, e dirigido pelo famoso chef português Nuno Mendes. Vale a pena apreciar o trabalho de requalificação que foi feito naquele belo edifício vitoriano de 1889, onde funcionou um quartel de bombeiros (daí o nome) e deliciar-se com um brunch que aposta em pratos delicioso. Exemplos? Uns donuts recheados com caranguejo ou ovos com tomates assados e abacate picante.

 

Brunch no Chiltern Firehouse

Deixar uma resposta