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Há um movimento que quer ajudar-nos a sermos felizes

Porque ainda falta atingir o auge da carreira, porque o orçamento familiar é escasso, porque os relacionamentos amorosos e pessoais não têm funcionado. Para a grande maioria das pessoas há sempre um “porque” – por vezes, até mais do que um – que parece funcionar como uma espécie de força de bloqueio para se sentirem felizes.

Ainda que muitas pessoas pensem o contrário, a verdade é apenas uma: a felicidade não depende do sucesso profissional ou da condição financeira. Ou do carro novo que ainda não conseguiu comprar, da viagem que continua a ser adiada por falta de dinheiro, etc.

Pode parecer demasiado simplista, mas a felicidade está dentro de cada um de nós e há um movimento mundial que quer ajudar-nos a tomar consciência disso. Chama-se #onebillionhappy, quer chegar a mil milhões de pessoas e é liderado por Mo Gawdat, um antigo engenheiro da Google que está focado em espalhar a felicidade pelo mundo.

Se não teve a oportunidade de ler a entrevista que Mo Gawdat deu ao Público, fica o conselho para que dedique alguns minutos a conhecer um pouco mais sobre a mensagem que ele tem vindo a transmitir em inúmeros países. Uma espécie de doutrina que está bem presente no site do movimento que quer tornar mil milhões de pessoas mais felizes.

Inspirado em Ali, filho de Mo Gawdat que morreu, em 2014, com 21 anos, por causa de um erro médico numa operação de rotina, o movimento #onebillionhappy é muito mais do que uma hashtag. E lança-nos um desafio que consiste em cumprir três passos:

1. Fazer da felicidade a nossa prioridade e reconhecer que ela é um direito de nascença.

2. Investir na nossa felicidade lendo livros e mensagens positivas (há alguns textos para explorar no site do movimento)

3. Levar essa mensagem a duas pessoas (que por sua vez também a levarão a outras duas pessoas).

A proposta parece ser simples. Resta, agora, saber quantos de nós irão aceitar o desafio de fazer da felicidade uma prioridade. Quem diz presente?

 

 

 

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